Terreiro do Açougue, Montalegre, Portugal

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Porto
Não sei nem nunca irei saber, se felizmente ou infelizmente, não podemos escolher o lugar e berço onde nascemos. Depois de nascer vivemos esse lugar e, quer queiramos ou não, temos sempre uma ligação ao nosso berço, às sua virtudes e defeitos, angústias e sonhos, sempre livres de partir e uns partem, outros não. Eu nunca parti sem bilhete de ida e volta, não por amar a minha cidade que também odeio, mas porque tive sempre uma desculpa ou um pretexto para não partir, ou talvez simplesmente medo de partir, medo de perder o berço. Contudo, desde que regresse ao berço, gosto de andar por aí, viajar, desde o conhecer novos destinos, novas culturas, outros continentes, grandes cidades, pequenas aldeias, lugar ermos, montanhas, um pouco de tudo que desde que tenho câmara fotográfica fui registando e congelando momentos, nem sempre conforme queria como foi no tempo da fotografia analógica, cara de mais para os meus devaneios juvenis, mas com a abundância q.b. da fotografia digital, a que vou deixando por aqui, neste espaço, em que também fica um bocadinho de tudo, ou quase tudo. Assim, não estranhem se uma aldeia ou uma montanha apareça ao lado de uma grande cidade ou um lugar estranho, são apenas momentos congelados e para mim todos eles interessantes, daí, o ser indiferente que fiquem por aqui misturados, o que interessa é que existiram, com muitas estórias a eles associados, e é tudo. Assim, hoje, fica por aqui uma imagem do Porto, outra de Espinho, outra do Barroso e outra de Eindhoven e amanhã trarei aqui outra miscelânea qualquer, mas sempre com um momento congelados com muitas estórias dentro.

Espinho

Barroso

Eindhoven

Barroso

Toronto

Niagara Falls City

Amesterdão
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